consumo consciente

O produto mais verde é aquele que já existe.

O produto mais verde é aquele que já existe.

Por mais inovador ou amigo-do-planeta que um produto novo seja, escolher usar algo que já está pronto é sempre a melhor escolha. E se pudermos re-usar de formas cada vez mais incríveis, melhor ainda. Seguindo esta lógica, nossa lista de prioridades na hora de consumirmos roupas, poderia ficar assim: 

Roupinha Livre

Roupinha Livre

Os bebês crescem muito rápido. Mesmo. Para se ter uma ideia, aos 6 meses os bebês têm, em média, mais que o dobro do peso que tinham ao nascer. Com 1 ano, eles têm mais que o triplo do peso do nascimento. E a altura do bebê também dá um salto: os recém-nascidos têm de 47 a 50 cm, e ao completar 1 ano de idade medem cerca de 75 cm.

Testando o tal "Capsule Wardrobe"

Como eu já tinha dito aqui antes, descobri o Capsule Wardrobe em uns blogs gringos que falam sobre vida minimalista e resolvi testar. A proposta é deixar somente 30 peças de roupa no armário, pra usar pelos próximos 3 meses. Eu, que já tinha ficado decepcionada com a mala de 1 mês de viagem com o dobro, comecei a faxina achando que ia ficar mais decepcionada ainda com o resultado.

Por que se preocupar com as roupas?

O setor têxtil e de vestimentas é o 2º de maior consumo no mundo, atrás somente do setor de alimentos (que está ligado com a nossa sobrevivência de forma mais direta). Aproximadamente uma a cada 6 pessoas no mundo trabalha para a indústria têxtil.* E  mesmo que você não dê a mínima importância para as suas roupas, uma coisa é fato: se você está lendo esse texto, você se veste todos os dias.

O que tem de especial em trocar roupas usadas.

Durante os preparativos para o próximo encontro de trocas do Roupa Livre (Vai rolar em Floripa, na próxima quinta dia 15/01. Saiba mais por aqui.) parei pra refletir sobre como comecei a preferir roupas que já tivessem tido outro dono, ao invés daquelas saídas direto das lojas.

A primeira vez que voltei pra casa com peças novas, mas que já tinham sido usadas antes, foi aquela sensação de: Gente, isso faz muito sentido! Porque eu nunca tinha feito antes!? Entendi que:

Oi!

Uma relação menos descartável, mais carinhosa e cuidadosa com o que se veste. Sacar o que é que eu preciso de verdade. Viver o essencial e no momento presente.

Isso é o que me faz querer fuçar, mudar hábitos e buscar soluções que me ajudem a estabelecer essa nova relação com as roupas (o que no fim acaba sendo com todas as outras coisas também).